Não é apenas em um corpo parado, gelado, que imaginamos a morte
Não é apenas, em uma figura pindurada na parede, com a imagem de um copo de Caputino com a cereja mais vermelha que existe, que imaginamos o doce.
Não é apenas em lágrimas que imaginamos a dor.
Não é apenas na cortina velha, que imaginamos a falta de cor.
Não é apenas nas notas feias, que imaginamos uma péssima composição.
Não é apenas em um beijo, que imaginamos a eternidade.
Não é apenas em um abraço que imaginamos o conforto.
Não é apenas em um olhar que imaginamos a aprovação.
Não é apenas em um passo, que imaginamos o futuro.
Não é apenas em uma conquista, que imaginamos uma vitória.
Não é apenas em um casamento, que imaginamos um casal.
Não é apenas em um bicho de estimação que imaginamos uma caridade.
Não é apenas em uma cama quebrada, que imaginamos uma noite mal dormida.
Não é apenas em um quadro do passado, que imaginamos o desenvolvimento mental.
Não é apenas em um amigo, que imaginamos todos como uma fortaleza.
Não é apenas em um dia de chuva, que se imagina tristeza.
Não é apenas em um dia de sol, que imaginamos a felicidade.
Não é apenas em um ano, que imaginos uma mudança radical.
Não é apenas em cinco minutos de escrita, que se imagina dizer tudo.
A vontade era de gritar, para ela(e), e dizer, que a(o) ama, ou gritar ao mundo a quantia que o aprecia, contempla. Ou então, sendo um pouco mais radical, a dizer aos espiritos ao seu redor, que você sente falta destes, e os entende. Bom... Seria facíl isso ou aquilo, óbvio. O que quero dizer, é: Veja o mundo como o quadro da Monalisa e entenderás tudo.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
O que o bruno acha da vida?!
Bruno diz:
veja, a vida não é assim hehhee
quando falavam de inferno, falavam do consciente do ser humano,
quando falavam do céu, falavam da cama qe envolvia entre lençóis o amor pela sua amada,
quando falavam de vento, falavam de palavras,
quando falavam de fogo, falavam de batalhas,
quando falavam de dor, falavam da vida.
veja, a vida não é assim hehhee
quando falavam de inferno, falavam do consciente do ser humano,
quando falavam do céu, falavam da cama qe envolvia entre lençóis o amor pela sua amada,
quando falavam de vento, falavam de palavras,
quando falavam de fogo, falavam de batalhas,
quando falavam de dor, falavam da vida.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
As vezes
As vezes gosto de ser brasileiro,
As vezes penso que não sou brasileiro,
As vezes sou do contra, na maioria a favor,
As vezes digo, sim, muitas vezes digo não,
As vezes sou músico, na maioria vagabundo,
As vezes sou pai, as vezes filho,
As vezes sou orgulho, as vezes decepção
As vezes tenho dinheiro, as vezes não
As vezes tenho amigos, esses sempre serão a força, pro certo ou pro errado, mas quem dirás o que és certo? Seria a lei? aquela que proteje de todos esses descontrolados, loucos por alimento? Será o grande Deus? Aquele que vê angústia nos olhos dos pobres de espírito? Ou será que é para aqueles que não tem dinheiro? Bom, te prometo o céu, mas, seria bom você contribuir com "meu" templo? "Afasta de mim esse cálice, de vinho tinto de sangue - Chico Buarque"
O mundo gira, improvisa, desliza, agiliza, ameniza, e a gente por aí, esperando pela grande benção divina.
Glória, Glória aleluia, louvemos ao Senhor.
As vezes sei rezar, na maioria, peço em vão,
As vezes sei cair, muitas vezes não levanto mais,
As vezes sei andar no escuro, muitas vezes não,
E na verdade, ninguém sabe nada.
As vezes penso que não sou brasileiro,
As vezes sou do contra, na maioria a favor,
As vezes digo, sim, muitas vezes digo não,
As vezes sou músico, na maioria vagabundo,
As vezes sou pai, as vezes filho,
As vezes sou orgulho, as vezes decepção
As vezes tenho dinheiro, as vezes não
As vezes tenho amigos, esses sempre serão a força, pro certo ou pro errado, mas quem dirás o que és certo? Seria a lei? aquela que proteje de todos esses descontrolados, loucos por alimento? Será o grande Deus? Aquele que vê angústia nos olhos dos pobres de espírito? Ou será que é para aqueles que não tem dinheiro? Bom, te prometo o céu, mas, seria bom você contribuir com "meu" templo? "Afasta de mim esse cálice, de vinho tinto de sangue - Chico Buarque"
O mundo gira, improvisa, desliza, agiliza, ameniza, e a gente por aí, esperando pela grande benção divina.
Glória, Glória aleluia, louvemos ao Senhor.
As vezes sei rezar, na maioria, peço em vão,
As vezes sei cair, muitas vezes não levanto mais,
As vezes sei andar no escuro, muitas vezes não,
E na verdade, ninguém sabe nada.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Leves surtos
Mais uma noite sobre devaneios tolos, arrastões de multidões, músicas sem nexo, imagens sem cor, tudo parece se tornar em uma moldura, seria apenas mais um quadro no meio da sala de uma nova geração? Espero eu que não. Péssimo exemplo.
O que me tirou do sério essa noite, foi a conversa com a tal aura branca, louvei do principio ao fim, me levou para outro plano, sem sequer um sorriso sincero. Me deixou de pernas pro ar... outra pergunta, seria só um delírio? Só sei que viajei e consegui vê-la.
O leve som do violão me integra a cenas, vozes, é uma transformação do ser humano, jamais viva ao total silêncio, assim como vivi por alguns anos. A única música que tocava ao pé do ouvido, era a voz daquela, ou de outra, com seus velhos problemas. Maldição, não encontro a órbita, vivo de instantes, arrependimentos, sonhos, irresponsabilidades, olhares julgadores, cães famintos, mas, o que me salva são momentos com amigos, que me puxam pelo braço, arrastando-me do céu e do inferno, e lá sim, rola aquele Blues/Jazz/Rock´n Roll. Não há sombra, medo, dor ou morte.
E lá existe a dança, sem perceber a sincronia de movimentos, mas observando o mesmo teor da vida. Só vê quem não quer dançar, só dança quem pouco importa-se.
O que me tirou do sério essa noite, foi a conversa com a tal aura branca, louvei do principio ao fim, me levou para outro plano, sem sequer um sorriso sincero. Me deixou de pernas pro ar... outra pergunta, seria só um delírio? Só sei que viajei e consegui vê-la.
O leve som do violão me integra a cenas, vozes, é uma transformação do ser humano, jamais viva ao total silêncio, assim como vivi por alguns anos. A única música que tocava ao pé do ouvido, era a voz daquela, ou de outra, com seus velhos problemas. Maldição, não encontro a órbita, vivo de instantes, arrependimentos, sonhos, irresponsabilidades, olhares julgadores, cães famintos, mas, o que me salva são momentos com amigos, que me puxam pelo braço, arrastando-me do céu e do inferno, e lá sim, rola aquele Blues/Jazz/Rock´n Roll. Não há sombra, medo, dor ou morte.
E lá existe a dança, sem perceber a sincronia de movimentos, mas observando o mesmo teor da vida. Só vê quem não quer dançar, só dança quem pouco importa-se.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
A independência do amor
Depois que fechou as portas, nunca mais a vi
suas ultimas palavras foram de adeus, e logo quem pensava no amor, morreu
acabou, e não adianta mais explicarem, sobre isso e aquilo
quando tratar de amor, jamais lembrarei do teu nome
os passaros verdes fugiram da minha janela, junto com meu amor
deixaram horror, temor, dor e já não sei como fugir
os passos ficam curtos, os carros não voam mais
onde está a minha sorte, nada agrada, nada afaga
quero minha identidade, perdi-me em teu labirinto
fugiu, me deixando sem rumo, procurando o sol do meu dia
restou apenas lágrimas e pensamentos sobre a nossa vida
não eram 2 e nem 1, estavamos em outro plano
passei por dias e dias matutando, tentando esquecer
hoje firme, estável, nenhum outro vendaval virá
por mais encantador o teu riso, não a quero
você me fez bem, você me fez mal e tenho medo disso
Ah eu fazia tantos planos, puro engano
suas ultimas palavras foram de adeus, e logo quem pensava no amor, morreu
acabou, e não adianta mais explicarem, sobre isso e aquilo
quando tratar de amor, jamais lembrarei do teu nome
os passaros verdes fugiram da minha janela, junto com meu amor
deixaram horror, temor, dor e já não sei como fugir
os passos ficam curtos, os carros não voam mais
onde está a minha sorte, nada agrada, nada afaga
quero minha identidade, perdi-me em teu labirinto
fugiu, me deixando sem rumo, procurando o sol do meu dia
restou apenas lágrimas e pensamentos sobre a nossa vida
não eram 2 e nem 1, estavamos em outro plano
passei por dias e dias matutando, tentando esquecer
hoje firme, estável, nenhum outro vendaval virá
por mais encantador o teu riso, não a quero
você me fez bem, você me fez mal e tenho medo disso
Ah eu fazia tantos planos, puro engano
sábado, 26 de setembro de 2009
Siga a seta?!
Pela primeira vez, precisei despejar palavras diretas, sentimentos diretos, lágrimas verdadeiras, sendo estes/as de minha vida pessoal.
Bom dia, dia 26/09/09 às 09:00 (sei que existe data quando é publicado o texto, mas nunca ninguém vê isso hehehe, quero que sintam o que senti)
Começarei dizendo da minha solidão.
Assim é ela.
- Dos amores.
Talvez eu não ame nem a mim mesmo. Como amaria alguém?!?! É assim mesmo, seco, difícil, doloroso.
- Da vida.
Me sinto como um condor, a maior ave do mundo, mas ao mesmo tempo, minuscula, sinto-me livre de tudo e ao mesmo tempo acorrentado. A vida está passando, e até hoje, o que me resta, o que gosto de fazer, é encontrar amigos, beber. Planos de trabalho, de realidade pessoal, nada disso foi possível ainda.
Estamos em um mundo onde devemos agradar alguém primeiro, seduzir, comprar, para se ter o mais belo sorriso, o riso do pouco me importo, o riso do foda-se.
Talvez um dia, meus sonhos se realizarão, devo esperar?!?! eu sei que não, como todo ser humano, eu preciso de um apoio.
Enquanto uns e outros me falam teorias, coisas que estudaram, que leram, ouviram, eu digo:
Eu vivo.
É preciso errar, mas nunca julgue ou culpe alguém.
Quando acertar, lembre-se da humildade.
Quando ouvir, não deixe que escape.
Quando fugir, não se apavore, você só precisa de um tempo.
Quando sorrir, divida.
Quando... Quando...
Bom dia, dia 26/09/09 às 09:00 (sei que existe data quando é publicado o texto, mas nunca ninguém vê isso hehehe, quero que sintam o que senti)
Começarei dizendo da minha solidão.
Assim é ela.
- Dos amores.
Talvez eu não ame nem a mim mesmo. Como amaria alguém?!?! É assim mesmo, seco, difícil, doloroso.
- Da vida.
Me sinto como um condor, a maior ave do mundo, mas ao mesmo tempo, minuscula, sinto-me livre de tudo e ao mesmo tempo acorrentado. A vida está passando, e até hoje, o que me resta, o que gosto de fazer, é encontrar amigos, beber. Planos de trabalho, de realidade pessoal, nada disso foi possível ainda.
Estamos em um mundo onde devemos agradar alguém primeiro, seduzir, comprar, para se ter o mais belo sorriso, o riso do pouco me importo, o riso do foda-se.
Talvez um dia, meus sonhos se realizarão, devo esperar?!?! eu sei que não, como todo ser humano, eu preciso de um apoio.
Enquanto uns e outros me falam teorias, coisas que estudaram, que leram, ouviram, eu digo:
Eu vivo.
É preciso errar, mas nunca julgue ou culpe alguém.
Quando acertar, lembre-se da humildade.
Quando ouvir, não deixe que escape.
Quando fugir, não se apavore, você só precisa de um tempo.
Quando sorrir, divida.
Quando... Quando...
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
No fundo do copo
Passaros loucos a falar, arvores loucas para abraçar, carro louco para voar
Canta o sambista, pra moça na pista, tão bela quanto ametista
Voe como louco, abrace como louco, fale como louco
teu dinheiro não comprarás, jamais comprarás esse riso, não tem preço
esse menino vergonhoso, amistoso, pacifico, não vende nada do que sente
se hoje a morte chegasse, ele não daria ao suícida, ele morreria, com alegria
pisando em trapos, dormindo em cacos, sono é para os fracos
duvidaste das surras que tomei, das mulheres que abracei, das dores que um dia amei
E quero destes amores, novamente sentir os pavores, tu és uma santa sem louvores
Quem és você, não sei de você, não me olhes assim me conduzindo tão rápido
me ensinando a andar, como se nunca estivesse ficado em pé
me tirou pra dançar, tirou-me do sério, mas só você terás esse remédio
tão caro, tão raro, não sei se ousaria em beber
só sei que quero mais, clamarei teu nome, perdido em bares
falarei só o teu nome, aos cães que tem fome, às mulheres lobisomem
Mais uma dose, quero continuar sonhando...
Canta o sambista, pra moça na pista, tão bela quanto ametista
Voe como louco, abrace como louco, fale como louco
teu dinheiro não comprarás, jamais comprarás esse riso, não tem preço
esse menino vergonhoso, amistoso, pacifico, não vende nada do que sente
se hoje a morte chegasse, ele não daria ao suícida, ele morreria, com alegria
pisando em trapos, dormindo em cacos, sono é para os fracos
duvidaste das surras que tomei, das mulheres que abracei, das dores que um dia amei
E quero destes amores, novamente sentir os pavores, tu és uma santa sem louvores
Quem és você, não sei de você, não me olhes assim me conduzindo tão rápido
me ensinando a andar, como se nunca estivesse ficado em pé
me tirou pra dançar, tirou-me do sério, mas só você terás esse remédio
tão caro, tão raro, não sei se ousaria em beber
só sei que quero mais, clamarei teu nome, perdido em bares
falarei só o teu nome, aos cães que tem fome, às mulheres lobisomem
Mais uma dose, quero continuar sonhando...
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Pensamento do dia - 11/09/09
Me perguntava do que eu estava pensando, o tempo inteiro, digamos que sobre todas coisas que se moviam como o vestido, de cor vermelha, daquela bela moça loura, cantora, de seus olhos azuis, sangue quente, tão quente, que canta olhando para mim de olhos abertos, sobre uma névoa, eu realmente ficava confuso, perdido, disperdiçei dias e dias naquele mesmo lugar, seria a luz no fim do túnel? que nada. Puro delírio. Furtei dos dias normais dela, o gosto do leve balanço. Cabelos ao vento, acreditava que era um puro cineasta, que fazia dos seus momentos, uma curta metragem e da sua vida, uma longa. Meados de 1930, minha moto, que na época era tão potente, faziam as menininhas babarem. Todo dia, uma, ou duas.
Levava sempre essas garotas para lugares diferentes, restaurantes, lagoas, montanhas, geleiras, fazia daquelas, como sempre na primeira vez, me diziam que a primeira impressão é a que fica. Eu sabia tocar saxofone, violão, flauta, eu fazia elas babarem. Cada uma, desde o olhar, até o final da noite, via o mesmo riso, não havia mudança de temperamentos. Eu não sei o que acontece, mas eu flutuo a todo momento, as vezes me afogo em diferentes, variados tipos de bebida e o que interessava pra mim era apenas o mesmo riso. Eu sou atraente, não posso negar.
07:30 -
Hei garoto, vai trabalhar, não vai faltar mais um dia no serviço.
Esses sonhos, ahhh esses sonhos.
Levava sempre essas garotas para lugares diferentes, restaurantes, lagoas, montanhas, geleiras, fazia daquelas, como sempre na primeira vez, me diziam que a primeira impressão é a que fica. Eu sabia tocar saxofone, violão, flauta, eu fazia elas babarem. Cada uma, desde o olhar, até o final da noite, via o mesmo riso, não havia mudança de temperamentos. Eu não sei o que acontece, mas eu flutuo a todo momento, as vezes me afogo em diferentes, variados tipos de bebida e o que interessava pra mim era apenas o mesmo riso. Eu sou atraente, não posso negar.
07:30 -
Hei garoto, vai trabalhar, não vai faltar mais um dia no serviço.
Esses sonhos, ahhh esses sonhos.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
No vão das coisas
Viola pra tocar, samba pra dançar, sono pra sonhar
pernas pra correr, coisas a fazer, nascer pra morrer
palavras e palavras, rimas pobres ou ricas, só há importância em diferenciar um refrão de outro quando não se vê sentimento.
povo judiado, ah esse povo, há de merecer... só assim, conhecendo o tapa e o afago pra entender, gostaria eu de não saber de nada e estar sorrindo apenas com o belo amanhecer, mas infelizmente quando se falavam de céu e inferno, não me contaram que o céu não existe e sim, apenas o glorioso inferno. Medo do que? pra que? existe sempre um ponto final.
cegas mulheres feitas para o prazer, acreditam que foram feitas apenas para satisfazer
homens afoitos, loucos por diversão, ensinam às belas moças o mais feio refrão
carros à beira do abismo, acelerados sob adrenalina, quando se sentem aflitos, soam a buzina
esses pontos, pensamentos, virgulas, sempre recheados de emoções, vão fazer muita diferença na vida, mas infelizmente, apenas, se souber onde encaixa-los
pernas pra correr, coisas a fazer, nascer pra morrer
palavras e palavras, rimas pobres ou ricas, só há importância em diferenciar um refrão de outro quando não se vê sentimento.
povo judiado, ah esse povo, há de merecer... só assim, conhecendo o tapa e o afago pra entender, gostaria eu de não saber de nada e estar sorrindo apenas com o belo amanhecer, mas infelizmente quando se falavam de céu e inferno, não me contaram que o céu não existe e sim, apenas o glorioso inferno. Medo do que? pra que? existe sempre um ponto final.
cegas mulheres feitas para o prazer, acreditam que foram feitas apenas para satisfazer
homens afoitos, loucos por diversão, ensinam às belas moças o mais feio refrão
carros à beira do abismo, acelerados sob adrenalina, quando se sentem aflitos, soam a buzina
esses pontos, pensamentos, virgulas, sempre recheados de emoções, vão fazer muita diferença na vida, mas infelizmente, apenas, se souber onde encaixa-los
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Apenas mais um conto sobre "ti"
Era hora do encontro, sem mesmo eu ter idéia de que veria a mais bela moça da cidade. Já passava do horário de estar em casa, mas insisti e fui até ela, com os braços abertos me acolheu, como se fosse seu filho, percebi uma certa indiferença, seria meu cabelo comprido?? ou minha barba mal feita??
Sem ter mesmo uma flor em minhas mãos, ofereci meu silêncio, que tão precioso era naquele momento de apreciação, mas infelizmente ela não me percebeu, óbvio que seria assim. Sentamos no banco da praça, perguntei a ela se gostaria de tomar uma alguma coisa, minha intenção era de que ela dissesse, sim, sim, vamos tomar uma cerveja, e não foi assim. Ficamos por mais de 2 horas na praça, eu com meu jeito envergonhado e apavorado com a situação, a qual eu gostaria de tê-la pelo resto de minha vida, quando indagou-me sobre do que gostava, dos meus desejos e pensamentos, saiu sem querer que tudo o que queria era tratar de uma dor, que tão rápido matava-me, era melhor sonhar com a bela e nunca vê-la, mas procurando intensamente, acabei tropeçando em muitas pedras, e caí debaixo dos seus pés.
Não, não me olhe assim, como todas as outras, e um ar de desprezo e indignação surgiu daquela linda mulher que se tornara o fruto proibido, um desejo antigo, um tesouro repleto de surpresas, e que amanhã talvez seja a minha maior decepção ou a mãe dos meus filhos. Não acreditas em mim, pois minha vida secreta é repleta de poesias, mesmo antes de ser um homem, sou por inteiro feito de letras e de uma bela sinfonia, o que me move, é a luz do sol e a noite enluarada. O meu templo te busca como uma fonte divina de inspiração e dedicação, ser o homem que te encanta e te espanta, mas que te louva, mesmo sendo todo errado e incompreensivel. Porque te daria o meu mundo, se me deres apenas uma chance eu serei eterno em ti. É que me faço tão solitário e confuso, em todos os momentos, pareço estar dedicando minha vida, e meu corpo, simplesmente para ti.
Assim pensei em tê-la visto, ela parecia deitada cantando em meu ouvido, e acordei de mais um sonho. Isso não passou, e pareço estar sempre correndo atrás de você, mas quem é você?
Queria eu, te oferecer apenas um momento, para o meu azar ou a sorte sua, eu não me encontro nessas tantas luas vazias, talvez a cada mudança, me transformo em um monstro. Se me viu quando pobre, sei que perdi a única oportunidade, se me viu rico, infelizmente não sou seu, que infeliz e confuso pensamento. Continuo fingindo ser uma estrela, tentando ser cada vez mais brilhante, para que teus olhos deslumbrados, imaginem apenas essa aura, e não vejas meu corpo imperfeito. Gostaria ter uma dialética lírica, para confundir sua cabeça, da qual imagino virgem de amores, mas posso fazer-lhe alegre com as minhas bobagens do cotidiano.
Minha boca se faz fonte de prata, ainda que eu grite para ti, não me ouviras, pois seu canto ensolarado cobre todos os pedidos, e faz com que o meu se esconda também. Te amo sem mesmo tê-la visto, você, minha mãe, irmã, meu amor, minha crença, agora chega, vou contar o que faço de ti.
Te faço pétalas de rosa, te faço minha escola de samba, te faço o meu cheiro, te faço mulher, te faço rubi, te faço única, te crio e recrio, e no meu quarto faço verbos de amor para ti, quando perguntares a mim, se ainda tenho folego para encontrar alguém assim, digo que sim, pois sei que você existe, eu dependo disso para viver. Se morreres, não me deixe aqui esperando, me leve contigo, quero ser o seu pilar de sustentação, aquele que eleva seu ego, aquele que repele o mal, aquele que lhe da amor quando precisas, não se importe comigo, deixe-me ser teu.
Eu, como um caipira, do fundão da capital, sempre que escrevo, sou mais, me faço maior, muito forte e decidido, já quando a realidade me toca, entendo toda a situação, mas não me dou por vencido. Canção e liberdade não se aprende por aqui, mas muito encantado pelos prazeres da carne, me deito com algumas mulheres, e as decepciono em todas as vezes, eu apenas sorrio, e digo, você não és minha, coloque sua roupa, vamos ser amigos, ela sem jeito, envergonhada, sai correndo, esqueces suas peças de roupas, sem mesmo eu tê-la feito chegar ao ápice. Ando meditando em sofrimento, não me deram o dom de ser mais uma peça de encaixe, a qual encontra seu par e se une, sem mesmo ter paixão. Não sou como imã, as mulheres não me vêem como o par perfeito, não me deram a esplendida beleza, o que me deram foi apenas esse instrumento, com o qual, os homens brincam de fazer filhos e sustentam cada vez mais o desejo da carne, são todos tão maquinais, são todos tão imperfeitos, mas na verdade quem sofre sou eu. Sou o papel no qual a mulher escreve poesias, sinto a dor, como uma tatuagem em meu corpo, vão escrevendo, suas perfeições e desejos, sonhos e anarquias. Eu te daria o meu tempo lunar, com a dadiva nas mãos, me faço o teu desejo, mas sem ao menos lhe tentar explicar, só sei do silêncio, só sei do silêncio.
Me perco do mundo, quando penso em ti, como o barco perde o rumo, como uma brasa, vou me queimando, me devastando, dizem que sou louco por pensar assim, eu deveria levar uma vida animada e alegre, mas infelizmente levaram minha pureza embora, sou agora mais um fruto na terra, que precisa viver para trabalhar, que precisa se vender para comer, que precisa queimar a foto para esquecer. Não sou assim, não tenho raiva, o que tenho é a esperança de um dia te encontrar.
Vou mergulhar nesse poço, que não é tão fundo, somos mortais e viemos de lá, começamos em um mar onde muita gente naufragou, estamos aqui para lutar e fazer nossa história.
Sem ter mesmo uma flor em minhas mãos, ofereci meu silêncio, que tão precioso era naquele momento de apreciação, mas infelizmente ela não me percebeu, óbvio que seria assim. Sentamos no banco da praça, perguntei a ela se gostaria de tomar uma alguma coisa, minha intenção era de que ela dissesse, sim, sim, vamos tomar uma cerveja, e não foi assim. Ficamos por mais de 2 horas na praça, eu com meu jeito envergonhado e apavorado com a situação, a qual eu gostaria de tê-la pelo resto de minha vida, quando indagou-me sobre do que gostava, dos meus desejos e pensamentos, saiu sem querer que tudo o que queria era tratar de uma dor, que tão rápido matava-me, era melhor sonhar com a bela e nunca vê-la, mas procurando intensamente, acabei tropeçando em muitas pedras, e caí debaixo dos seus pés.
Não, não me olhe assim, como todas as outras, e um ar de desprezo e indignação surgiu daquela linda mulher que se tornara o fruto proibido, um desejo antigo, um tesouro repleto de surpresas, e que amanhã talvez seja a minha maior decepção ou a mãe dos meus filhos. Não acreditas em mim, pois minha vida secreta é repleta de poesias, mesmo antes de ser um homem, sou por inteiro feito de letras e de uma bela sinfonia, o que me move, é a luz do sol e a noite enluarada. O meu templo te busca como uma fonte divina de inspiração e dedicação, ser o homem que te encanta e te espanta, mas que te louva, mesmo sendo todo errado e incompreensivel. Porque te daria o meu mundo, se me deres apenas uma chance eu serei eterno em ti. É que me faço tão solitário e confuso, em todos os momentos, pareço estar dedicando minha vida, e meu corpo, simplesmente para ti.
Assim pensei em tê-la visto, ela parecia deitada cantando em meu ouvido, e acordei de mais um sonho. Isso não passou, e pareço estar sempre correndo atrás de você, mas quem é você?
Queria eu, te oferecer apenas um momento, para o meu azar ou a sorte sua, eu não me encontro nessas tantas luas vazias, talvez a cada mudança, me transformo em um monstro. Se me viu quando pobre, sei que perdi a única oportunidade, se me viu rico, infelizmente não sou seu, que infeliz e confuso pensamento. Continuo fingindo ser uma estrela, tentando ser cada vez mais brilhante, para que teus olhos deslumbrados, imaginem apenas essa aura, e não vejas meu corpo imperfeito. Gostaria ter uma dialética lírica, para confundir sua cabeça, da qual imagino virgem de amores, mas posso fazer-lhe alegre com as minhas bobagens do cotidiano.
Minha boca se faz fonte de prata, ainda que eu grite para ti, não me ouviras, pois seu canto ensolarado cobre todos os pedidos, e faz com que o meu se esconda também. Te amo sem mesmo tê-la visto, você, minha mãe, irmã, meu amor, minha crença, agora chega, vou contar o que faço de ti.
Te faço pétalas de rosa, te faço minha escola de samba, te faço o meu cheiro, te faço mulher, te faço rubi, te faço única, te crio e recrio, e no meu quarto faço verbos de amor para ti, quando perguntares a mim, se ainda tenho folego para encontrar alguém assim, digo que sim, pois sei que você existe, eu dependo disso para viver. Se morreres, não me deixe aqui esperando, me leve contigo, quero ser o seu pilar de sustentação, aquele que eleva seu ego, aquele que repele o mal, aquele que lhe da amor quando precisas, não se importe comigo, deixe-me ser teu.
Eu, como um caipira, do fundão da capital, sempre que escrevo, sou mais, me faço maior, muito forte e decidido, já quando a realidade me toca, entendo toda a situação, mas não me dou por vencido. Canção e liberdade não se aprende por aqui, mas muito encantado pelos prazeres da carne, me deito com algumas mulheres, e as decepciono em todas as vezes, eu apenas sorrio, e digo, você não és minha, coloque sua roupa, vamos ser amigos, ela sem jeito, envergonhada, sai correndo, esqueces suas peças de roupas, sem mesmo eu tê-la feito chegar ao ápice. Ando meditando em sofrimento, não me deram o dom de ser mais uma peça de encaixe, a qual encontra seu par e se une, sem mesmo ter paixão. Não sou como imã, as mulheres não me vêem como o par perfeito, não me deram a esplendida beleza, o que me deram foi apenas esse instrumento, com o qual, os homens brincam de fazer filhos e sustentam cada vez mais o desejo da carne, são todos tão maquinais, são todos tão imperfeitos, mas na verdade quem sofre sou eu. Sou o papel no qual a mulher escreve poesias, sinto a dor, como uma tatuagem em meu corpo, vão escrevendo, suas perfeições e desejos, sonhos e anarquias. Eu te daria o meu tempo lunar, com a dadiva nas mãos, me faço o teu desejo, mas sem ao menos lhe tentar explicar, só sei do silêncio, só sei do silêncio.
Me perco do mundo, quando penso em ti, como o barco perde o rumo, como uma brasa, vou me queimando, me devastando, dizem que sou louco por pensar assim, eu deveria levar uma vida animada e alegre, mas infelizmente levaram minha pureza embora, sou agora mais um fruto na terra, que precisa viver para trabalhar, que precisa se vender para comer, que precisa queimar a foto para esquecer. Não sou assim, não tenho raiva, o que tenho é a esperança de um dia te encontrar.
Vou mergulhar nesse poço, que não é tão fundo, somos mortais e viemos de lá, começamos em um mar onde muita gente naufragou, estamos aqui para lutar e fazer nossa história.
Outros deslizes
Por vários ruídos, sons, melodias, vozes, poesias, não consegui encontrar uma definição das tantas amadas desses dias tão lindos, são tantos poetas românticos, são tantas letras no encaixe perfeito, e tantas batidas na minha cabeça... Cada mulher um desejo, cada sorriso um sonho, mas em ti, tudo é um só, tudo é um só desejo, um só sonho, um só prazer, um só abraço, um só beijo, me deixe só, não me faça feliz, diga-me que não nasceu pra mim, diga-me que teu sexo, não é único, diga-me que tua boca carnuda não tem os melhores beijos, que seu peito, não irá amamentar meus filhos, me ajoelho diante ti, me vejo tão apaixonado, mas tão viciado em tua imagem, que, vejo-me necessitado dela pra que possa adorá-la todos os dias de minha vida. Que bobagem a minha imaginar tudo isso, pois é simples, já toquei em ti, já senti sua pele na minha, já segurei suas mãos, por mais que fosse por pouco tempo, já senti tanta raiva, mas nunca soube antes de mim, que o amor vai longe assim. Se queres mesmo saber o porque nunca quis ficar comigo, lhe digo, sou o teu quebra-cabeça e sabe que queres apenas, aproveitar a vida, e depois correr para os meus braços e me beijar, e me usar, e me fazer suar. Sou um mendigo sem lar, sou um poeta sem papel, sou o mar sem areia, mas contigo sou além disso."
Sei que se veste pra mim, coloca a melhor e mais sexy lingerie, mesmo sabendo que não verei a sua pura imagem. Pinta as unhas, se toca na hora do banho, sempre pensando em mim, que vontade a minha de tê-la, mas é tão bom sonhar, as vezes, penso que se amanhã tocar teu sexo, esse jardim florido, se acabará. Por mais que se ache mulher, quando me vê, suas pernas tremem como as de uma criança quando vê um estranho, sua boca me deseja, elas salivam querendo meu beijo, você não vê a hora de voltar ao banho. Quando lhe dou adeus, chora, chora de saudade, a todo o momento você me vê como o seu anjo da guarda e o seu consolo eterno, mas obviamente, que não me amas só me deseja. Toda manhã visto minha camisa suada e cansada dos anos que se passam, e que ficam tatuados em meu peito, encaro o silêncio como a melhor forma de te amar e ter-te pro resto dos meus sonhos. Excita-me pensar, em saborear o seu corpo, com o mais doce dos sorvetes, gelados, porém te inferniza com o calor, e me pede cada vez mais e mais. Faço-te experimentar minha cama, como se fosse a peça de roupa que toda mulher adora, pouco me importa se não gosta do que escrevo, mas quero me fazer por entendido. Sempre deitado ao teu lado, preservei essa alma tão gostosa, e esse corpo tão puro, quando abrir os olhos, quero que venha novamente do mesmo jeitinho, sempre com esse tesão insaciável, de viver ao meu lado. Não, eu não bebo pra esquecer meus problemas, eu bebo porque gosto, eu fumo porque gosto, e eu te desejo porque simplesmente a amo. Então não discuta comigo, e fique de bico calado, e deixe-me usar-te como meu calçado de trabalhar todo dia, quero-a pra sempre. Sei que sou velho, que mal faz alguma mulher sentir tesão, tenho barbas compridas, sempre com o meu jaleco, com um olhar brilhante, como as pérolas, sem perfume, porém sempre limpo, não tenho muito dinheiro pra vaidade, acho isso uma bobagem, moro em uma mansão, mas na verdade, só porque é beira mar, e lá esqueço o mundo. Conheci-te embaixo de um pé de figueira, te conquistei sugerindo um filme de romance, e lá voltamos e voltamos, e estamos. Posso te encantar cada vez mais, mas não quero vê-la sempre fácil, quero que sinta raiva, chore e sorria de todas minhas trapalhadas, porém sempre muito bem calculadas.
Sei que se veste pra mim, coloca a melhor e mais sexy lingerie, mesmo sabendo que não verei a sua pura imagem. Pinta as unhas, se toca na hora do banho, sempre pensando em mim, que vontade a minha de tê-la, mas é tão bom sonhar, as vezes, penso que se amanhã tocar teu sexo, esse jardim florido, se acabará. Por mais que se ache mulher, quando me vê, suas pernas tremem como as de uma criança quando vê um estranho, sua boca me deseja, elas salivam querendo meu beijo, você não vê a hora de voltar ao banho. Quando lhe dou adeus, chora, chora de saudade, a todo o momento você me vê como o seu anjo da guarda e o seu consolo eterno, mas obviamente, que não me amas só me deseja. Toda manhã visto minha camisa suada e cansada dos anos que se passam, e que ficam tatuados em meu peito, encaro o silêncio como a melhor forma de te amar e ter-te pro resto dos meus sonhos. Excita-me pensar, em saborear o seu corpo, com o mais doce dos sorvetes, gelados, porém te inferniza com o calor, e me pede cada vez mais e mais. Faço-te experimentar minha cama, como se fosse a peça de roupa que toda mulher adora, pouco me importa se não gosta do que escrevo, mas quero me fazer por entendido. Sempre deitado ao teu lado, preservei essa alma tão gostosa, e esse corpo tão puro, quando abrir os olhos, quero que venha novamente do mesmo jeitinho, sempre com esse tesão insaciável, de viver ao meu lado. Não, eu não bebo pra esquecer meus problemas, eu bebo porque gosto, eu fumo porque gosto, e eu te desejo porque simplesmente a amo. Então não discuta comigo, e fique de bico calado, e deixe-me usar-te como meu calçado de trabalhar todo dia, quero-a pra sempre. Sei que sou velho, que mal faz alguma mulher sentir tesão, tenho barbas compridas, sempre com o meu jaleco, com um olhar brilhante, como as pérolas, sem perfume, porém sempre limpo, não tenho muito dinheiro pra vaidade, acho isso uma bobagem, moro em uma mansão, mas na verdade, só porque é beira mar, e lá esqueço o mundo. Conheci-te embaixo de um pé de figueira, te conquistei sugerindo um filme de romance, e lá voltamos e voltamos, e estamos. Posso te encantar cada vez mais, mas não quero vê-la sempre fácil, quero que sinta raiva, chore e sorria de todas minhas trapalhadas, porém sempre muito bem calculadas.
Vampiro do teu sangue
Toc, Toc... mto vinho, uns e outros tragos do cigarro...
Essa meia luz, essa música, parecia-me bossa nova, não me recordo, mas só sei, que tirei ela pra dançar.
Já levantei umas 10 vezes desse sonho, parece que ele está amarrado aos meus pés. Qual será esse mundo que respiro, será o mesmo dessas tantas almas? Quero mais, e mais.
Com apenas uma pedra na mão, chego a pensar que se eu errar o alvo, não terei mais alguma chance de derrubar o patinho daqueles circos dessas vidas.
Abro os olhos novamente, e sorrio, pego meu copo de café e sigo a frente, tomo como uma reta, que se alguém fazer alguma curva, não serei o mesmo. Por isso cravo meus dentes sobre a carne humana, que carência é essa? Serei talvez o indicado a ser preso por ti, rouba minha carteira, beleza, se queixa quando chego em casa, me chama de fogo e gelo, me fala besteira pra sorrir, me enjôa e me faz homem.
Ela me dá um dó, não um desses de sentimento, o qual alguém chega e diz, eu te amo... mas aqueles em que se toca nesses violões dos artistas, a mesma nota, a mesma melodia, mas infelizmente cópia. Já não sei o que vai ser desses tantos artistas, se em mim surgir o amor por ela, semana que vem já serão "meus" os tantos artistas do mundo. Passa-me uma vertigem, que me faz como um sorteio, como um bingo, que me diz que aquela tal, seria a eterna. Ela me suplica ao abrir as pernas, me diz para ser pai, me chama de amor e novamente sorri.
Enfia a faca em meu peito, a qual fica a cicatriz. Me come feito um danoninho, deliciando aquele gosto, que só criança sentia. E, eu corro, sabendo do seu gosto pela minha pele, falo, Srta, jamais suplique o meu olhar, sou como chiclete, sou como o calor na neve, te faço derreter, te faço muito mais além, te faço uma mulher, talvez a mulher "maravilha". Como dizem, rsrsrs.
Mas que pele tenho, será eu, ou será meu lado sentimental. Será o meu cheiro, não me faço homem, as vezes, meu desejo já não é arrancar as roupas dela, com os dentes, mas sim de olhar nos olhos, e ali sim, ela chegar no seu ápice. Desculpe, não tirei suas roupas ainda, já gozei, me sinto satisfeito, se não sentiu o mesmo, que pena, não és minha bela.
Como se não bastasse, esse mundo a fora, me diz pra ser correto, como a nota que falta a música, que não posso ser, tenho que existir, ele só me pede pra estar ali, no trabalho, em casa no horário em que a família gosta em que você esteja.
Faça o meu desejo, que te faço um homem rico, esse mundo, ah esse mundo, o qual fez uma circuncisão em mim, me tirou do berço pra ser alguém hipinotisado por esses olhos capitalistas e materialistas, mal eles sabem do estado o qual me encontro. Por isso volto a dizer, que o que me cura são esses goles de cerveja e um beijo de desejo, talvez eu me desfaça como as tranças dos cabelos dos hippies, e me torne um corte mais arrojado. Mas sou tão esquisito que nem me entendo. Um dia a amo, outro dia me desligo, como quando chega a madrugada e me envolve com a escuridão.
Dou a volta novamente, e me encontro ajoelhado aqui, nessa igreja, no meu templo, digo, no meu quarto. Mas que infernos, porque esse pássaro canta sempre essa mesma canção? Será loucura? Quando me envolve, até chego a inventar melodias com o canto, mas, sou tão impuro, que sinto vontade de dar um tiro nesse maldito, pecador. Mas espere, como pecador? Quem tenho que agradar e ser isso ou aquilo, ser certo e só? essa maldade já não consegue me surpreender, pois ela sabe, que sem esse homem aqui, ela não existe. Muito infeliz com tudo isso, mas, sei que está vindo, você, só você. Tudo volta a você. Não adianta eu tentar inventar sobre as dores do planeta terra. Só sei falar de ti, só sei reclamar, quando não conversas comigo, choro, quando fala, choro. Não tem como, pareço estar sempre infeliz, mas como a nossa ultima conversa, me disse ser a mulher de objetivos, e agora se demonstra uma boba. Vou apagar as palavras, vou rabiscar o seu quadro, roubo seus sonhos, me finjo perfeito. Mas, lembre-se, estás, mesmo assim, está sendo sempre aquele bendito sonho.
Quero um ladinho nesse seu cochão cheiroso, quero o carinho do seu cachorro, aquele chato, mas você gosta, tenho que me adaptar. Resolvi morar em ti.
Quando me diz, querido, me faça um jantar, mal ela sabe, que o outro gosto que tenho, é cozinhar, e que azar o meu, pois só inventei isso, pra dizer que tenho alguma coisa que agrada as mulheres. Invenção!
Mas que pura armadilha, caí mais uma vez nos panos da vida. E, quando pude, suguei todo o sangue, daquela divina esperança.
Essa meia luz, essa música, parecia-me bossa nova, não me recordo, mas só sei, que tirei ela pra dançar.
Já levantei umas 10 vezes desse sonho, parece que ele está amarrado aos meus pés. Qual será esse mundo que respiro, será o mesmo dessas tantas almas? Quero mais, e mais.
Com apenas uma pedra na mão, chego a pensar que se eu errar o alvo, não terei mais alguma chance de derrubar o patinho daqueles circos dessas vidas.
Abro os olhos novamente, e sorrio, pego meu copo de café e sigo a frente, tomo como uma reta, que se alguém fazer alguma curva, não serei o mesmo. Por isso cravo meus dentes sobre a carne humana, que carência é essa? Serei talvez o indicado a ser preso por ti, rouba minha carteira, beleza, se queixa quando chego em casa, me chama de fogo e gelo, me fala besteira pra sorrir, me enjôa e me faz homem.
Ela me dá um dó, não um desses de sentimento, o qual alguém chega e diz, eu te amo... mas aqueles em que se toca nesses violões dos artistas, a mesma nota, a mesma melodia, mas infelizmente cópia. Já não sei o que vai ser desses tantos artistas, se em mim surgir o amor por ela, semana que vem já serão "meus" os tantos artistas do mundo. Passa-me uma vertigem, que me faz como um sorteio, como um bingo, que me diz que aquela tal, seria a eterna. Ela me suplica ao abrir as pernas, me diz para ser pai, me chama de amor e novamente sorri.
Enfia a faca em meu peito, a qual fica a cicatriz. Me come feito um danoninho, deliciando aquele gosto, que só criança sentia. E, eu corro, sabendo do seu gosto pela minha pele, falo, Srta, jamais suplique o meu olhar, sou como chiclete, sou como o calor na neve, te faço derreter, te faço muito mais além, te faço uma mulher, talvez a mulher "maravilha". Como dizem, rsrsrs.
Mas que pele tenho, será eu, ou será meu lado sentimental. Será o meu cheiro, não me faço homem, as vezes, meu desejo já não é arrancar as roupas dela, com os dentes, mas sim de olhar nos olhos, e ali sim, ela chegar no seu ápice. Desculpe, não tirei suas roupas ainda, já gozei, me sinto satisfeito, se não sentiu o mesmo, que pena, não és minha bela.
Como se não bastasse, esse mundo a fora, me diz pra ser correto, como a nota que falta a música, que não posso ser, tenho que existir, ele só me pede pra estar ali, no trabalho, em casa no horário em que a família gosta em que você esteja.
Faça o meu desejo, que te faço um homem rico, esse mundo, ah esse mundo, o qual fez uma circuncisão em mim, me tirou do berço pra ser alguém hipinotisado por esses olhos capitalistas e materialistas, mal eles sabem do estado o qual me encontro. Por isso volto a dizer, que o que me cura são esses goles de cerveja e um beijo de desejo, talvez eu me desfaça como as tranças dos cabelos dos hippies, e me torne um corte mais arrojado. Mas sou tão esquisito que nem me entendo. Um dia a amo, outro dia me desligo, como quando chega a madrugada e me envolve com a escuridão.
Dou a volta novamente, e me encontro ajoelhado aqui, nessa igreja, no meu templo, digo, no meu quarto. Mas que infernos, porque esse pássaro canta sempre essa mesma canção? Será loucura? Quando me envolve, até chego a inventar melodias com o canto, mas, sou tão impuro, que sinto vontade de dar um tiro nesse maldito, pecador. Mas espere, como pecador? Quem tenho que agradar e ser isso ou aquilo, ser certo e só? essa maldade já não consegue me surpreender, pois ela sabe, que sem esse homem aqui, ela não existe. Muito infeliz com tudo isso, mas, sei que está vindo, você, só você. Tudo volta a você. Não adianta eu tentar inventar sobre as dores do planeta terra. Só sei falar de ti, só sei reclamar, quando não conversas comigo, choro, quando fala, choro. Não tem como, pareço estar sempre infeliz, mas como a nossa ultima conversa, me disse ser a mulher de objetivos, e agora se demonstra uma boba. Vou apagar as palavras, vou rabiscar o seu quadro, roubo seus sonhos, me finjo perfeito. Mas, lembre-se, estás, mesmo assim, está sendo sempre aquele bendito sonho.
Quero um ladinho nesse seu cochão cheiroso, quero o carinho do seu cachorro, aquele chato, mas você gosta, tenho que me adaptar. Resolvi morar em ti.
Quando me diz, querido, me faça um jantar, mal ela sabe, que o outro gosto que tenho, é cozinhar, e que azar o meu, pois só inventei isso, pra dizer que tenho alguma coisa que agrada as mulheres. Invenção!
Mas que pura armadilha, caí mais uma vez nos panos da vida. E, quando pude, suguei todo o sangue, daquela divina esperança.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Bem ou mal, dito, cigarro.
Muito cigarro, pouca vontade, muita fumaça, pouco trago
muito papel, pouca escrita, muitas idéias, pouco afago
muita gente, pouca consciencia, muitas cabeças, poucas palavras
do resto, corre o mundo, seja raso ou profundo
moedas sem destinação, sabe lá, se está aqui ou em outro mundo
bate o sino da igreja, rezam as crenças, pedindo salvação
caixa de papelão, guardando o louco de paixão, penado de coração
cantam afora, querendo dinheiro suado, para obter o seu pão
compra cigarro, para esquecer de que existe, não pensa, só faz o que pede no manual
Mais um cigarro, escarro, um estrago
Mais um cigarro, outro, outro e outro...
muito papel, pouca escrita, muitas idéias, pouco afago
muita gente, pouca consciencia, muitas cabeças, poucas palavras
do resto, corre o mundo, seja raso ou profundo
moedas sem destinação, sabe lá, se está aqui ou em outro mundo
bate o sino da igreja, rezam as crenças, pedindo salvação
caixa de papelão, guardando o louco de paixão, penado de coração
cantam afora, querendo dinheiro suado, para obter o seu pão
compra cigarro, para esquecer de que existe, não pensa, só faz o que pede no manual
Mais um cigarro, escarro, um estrago
Mais um cigarro, outro, outro e outro...
Assinar:
Postagens (Atom)
